Como inovar e progredir se não conseguimos renovar?

Em A Roupa Nova do Rei, de Hans Christian Andersen, dois vigaristas fingem tecer uma roupa nova para o rei invisível aos que, segundo eles, seriam estúpidos ou incompetentes. Por medo de parecerem incapazes, o rei e seus ministros dizem enxergá-la. No dia do cortejo, o povo também sustenta a ficção — até que uma criança verbaliza o óbvio: o imperador está nu. Todos reconhecem.
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